Oi, eu sou o Diogo Souza

Sou escritor e jornalista, autor dos livros Novo Rumo, Encontro com o Cara do Espelho, Sobrevivendo a um Relacionamento Abusivo e O Amor não é para Covardes (em reedição).

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Meditação para a semana com o Tarot Zen de Osho

Semana passada eu trouxe uma meditação a partir do oráculo e, desta vez, decidi trazer uma nova reflexão a partir do Tarot Zen de Osho. A tiragem é feita canalizando uma energia coletiva para se conectar ao campo de quem necessita, de alguma forma, receber mensagens específicas, ainda que por meio de uma mensagem geral. Talvez seja uma possibilidade, futuramente, trazer relatos sobre essa atividade que tem ganhado cada vez mais espaço em minha rotina. 


Conselho da Semana com o Tarot Zen de Osho:





Retomando o nosso trabalho com as tiragens coletivas da semana, o Tarô Zen de Osho traz um panorama para aqueles momentos em que a vida parece confusa, dolorida ou fora do lugar. Se a ansiedade bateu e trouxe aquela pressa de resolver tudo de uma vez, saiba que o grande vilão costuma ser a nossa própria cabeça, como alerta carta A Mente. 


Diante dos desafios, a mente se transforma em uma verdadeira fábrica de argumentos, opiniões e julgamentos, acumulando excessos inúteis que mais atormentam do que ajuda. Toda essa agitação cria uma nuvem perturbadora que polui a nossa atmosfera e nos impede de enxergar a realidade com clareza e quanto tentamos controlar o incontrolável. O Tarot Zen vem lembrar que essa fumaça mental só desaparecerá quando tomarmos a decisão consciente de descartá-la e soprá-la para longe.


Em vez de tentar queimar etapas ou se desesperar diante de um percurso tortuoso, a carta Momento a Momento te convida a agir com presença. Caminhe exatamente como o personagem da carta, que pisa de pedra em pedra com leveza, sem seriedade excessiva, mas com absoluto equilíbrio e atenção. Lembre-se de que o passado já se foi e o futuro ainda não chegou; seu foco e energia devem estar concentrados no aqui e agora.


Se a gente se apressar na tentativa de fugir da dor, corre o risco de cair feio e atrasar ainda mais a saída desse caminho tortuoso. E mesmo se você tropeçar ou cair, não considere o fiz de tudo: o conselho do Zen é se levantar, sacudir a poeira, dar uma boa gargalhada e continuar em frente.






Esse caminhar cuidadoso exige o resgate de um tesouro quase sempre esquecido: a Paciência. Ser capaz de esperar pelo momento certo é uma virtude. Tome o exemplo das árvores: elas conhecem o ritmo da existência, sabem a hora exata de deixar as folhas velhas caírem e esperar pela nova folhagem que cresce pouco a pouco. Viva um dia por vez, superando uma etapa por vez, sem esmorecer.


Por fim, para atravessar essa noite escura e alcançar o raiar do sol, a carta da Confiança sugere um voto de fé. É o momento de confiar no processo, colocando de lado as ideias rígidas e o ímpeto de controlar cada etapa. Ao adotar essa fé ativa, as barreiras do medo se enfraquecem e você se liga diretamente com a sua intuição e com as orientações sutis de seus guias espirituais.


Não tenha medo de ser enganado ou de perder algo, aquilo que é o seu tesouro verdadeiro jamais poderá ser tirado de você. Confie na força e no potencial com que Deus te criou. Continue caminhando com passos firmes, pois muito em breve você olhará para trás e perceberá que cruzou uma grande montanha, e que o seu momento agora será completamente outro.


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Diário de Bordo

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